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Recentemente, na empresa que trabalho, um comunicado sobre a gripa A (H1N1) foi elaborado a fim de informar os funcionários, instruí-los e tentar conter os boatos. Para isso, enviamos primeiramente, um comunicado para os gerentes e coordenadores de áreas, informando sobre o envio do comunicado, com informações sobre a gripe, dados numéricos, instruções quanto ao contágio e prevenção e medidas a serem adotadas em caso de suspeita da doença. Horas depois, enviamos comunicado aos demais colaboradores, com informações similares, com menos detalhes, mas com informações pertinentes e de igual relevância. Ao final dos dois comunicados incluímos o site do Ministério da Saúde, onde os colaboradores poderiam tirar dúvidas e obter maiores informações.
O que percebemos com isso, é que a comunicação foi muito eficaz, primeiro porque nutrimos o nosso gerente/ coordenador com informações completas, que poderiam ser repassadas aos colaboradores em caso de dúvidas. Ou seja, a Comunicação Interna preparou seus líderes para uma eventual situação. Não deixamos de informar nossos funcionários, mas mantivermos uma comunicação sem alarmar mais o caso. E ainda colocamos a disposição um meio para o funcionário buscar informações caso necessita-se. Constata-se então, a importância de elaborar uma comunicação interna dirigida, com linguagem apropriada e focada no público alvo. A Comunicação Interna deve estar atenta a estas questões para obter resultados positivos em suas ações. São medidas como estas que fazem diferença na hora de se comunicar, seja com a liderança, ou com os colaboradores.
Obs: Como material de complemento, entregamos a todos os funcionário um folheto explicativo sobre o vírus, formas de contágio e sintomas e outras informações.